De acordo com uma notícia da Agência Lusa, a greve dos trabalhadores de "handling" no Aeroporto de Faro atingiu às 11:00 horas da manhã os 40 por cento, sendo o sector mais afectado o que prestava assistência aos aviões.
Segundo Mateus Mendonça, do Sindicato dos Técnicos de Handling, declarou à Lusa, na placa - zona de assistência aos aviões -, a adesão era de cerca de 63 por cento, o que provocava esperas de cerca de uma hora para que cada aeronave fosse descarregada.
Na área do "check-in", acrescentou, a adesão é menor - cerca de 20 por cento -, pois muitas pessoas foram convocadas para fazer trabalho extraordinário em dia de folga, precisou.
"Das 47 pessoas que deviam estar na placa [zona de assistência aos aviões] estão apenas 17", disse, afirmando que aos sábados o movimento de aviões é muito intenso, chegando a aterrar um em cada cinco minutos.
O que tem sido garantido é a colocação de uma escada para os passageiros desembarcarem, o resto fica em "stand-by", acrescentou Mateus Mendonça.
De referir ainda que esta greve, que termina às 24:00 horas de domingo e que se estende também aos aeroportos de Lisboa, Funchal e Porto, foi convocada com o objectivo de reivindicar uma revisão salarial e protestar contra horários de trabalho ilegais.
Atrasos de mais de duas horas em Lisboa e de uma hora no Posto
Pouco depois do meio-dia a greve registava em Lisboa uma adesão de 85 por cento e causava atrasos de duas a três horas na saída dos aviões, disse à Agência Lusa fonte do sindicato.
No Porto, a adesão era de cerca de 80 por cento e pouco antes do meio-dia provocava atrasos nos voos, designadamente nas chegadas, de pelo menos cerca de uma hora. De acordo com a Lusa, que contactou Vítor Ferreira, dirigente do Sindicato dos Técnicos de Handling dos Aeroportos, a adesão à paralisação "está muito próxima dos 80 por cento".



























